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Entidades vão à luta contra reforma maléfica da previdência
Por: Assecom AOFMS

A Associação dos Oficiais Militares de MS (AOFMS), juntamente com as entidades representativas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, participaram na tarde desta terça-feira (14), na sede da Fetems, da Audiência Pública com o título de DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA - Sem transparência, o servidor paga essa conta!

 

Sob a alegação de reduzir o déficit da Previdência em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado pretende implantar uma Reforma Previdenciária que, se aprovada pela Assembleia Legislativa (ALMS), impactará negativa e diretamente na vida dos mais de 70 mil servidores públicos estaduais, entre ativos, inativos e pensionistas.

 

 

As entidades classistas da segurança pública estão na luta contra a denominada REFORMA DA PREVIDÊNCIA, querem a retirada imediata do projeto da Assembléia, pois não teve nenhuma discussão com a categoria. Ainda pedem, em caráter de urgência, uma auditoria independente, pois o governo divulga um déficit da previdência no Estado de R$ 1,2 bilhão, mas não sabem e não querem mostrar como essa conta é feita.

 

O presidente da AOFMS, coronel Alírio Villsanti Romero, pontua que “a previdência é dos servidores e não do governo” e lembra das especificidades dos militares estaduais. “A categoria possuem apenas 6 dos 34 direitos constitucionais trabalhistas conferidos aos servidores civis, pois não podem fazer greve, ser sindicalizados ou filiados a partidos políticos, não possuem FGTS, hora extra, carga horária regulamentada e ainda estão sujeitos a preceitos rígidos de hierarquia e disciplina (Regulamento Disciplinar e Código Penal Militar), dentre outros”, destacou o presidente.

 

 

As entidades pedem um amplo debate sobre o assunto para que essa questão, que pode causar grandes prejuízos aos policiais e bombeiros militares de Mato Grosso do Sul, seja resolvido da melhor forma possível.

 

“Os policiais e bombeiros militares colocam permanentemente suas vidas em risco durante o serviço e no horário de folga, sendo, comprovadamente, uma das profissões mais estressantes do mundo, merecem respeito”, reforça o Coronel Alírio Villasanti.

 

Proposta maléfica

 

 

O projeto do governo estadual enviado para apreciação dos deputados estaduais inclui o aumento da alíquota de contribuição de todos os segurados de 11% para 14% e do patronal de 22% para 28%, a criação da Previdência Complementar ao RPPS, revisão dos planos financeiro e previdenciário e a sistematização (desfazimento da segregação das massas e reunificação do RPPS em um plano único). 




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