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Entidades vão a Dourados e esclarecem pontos importantes da Reforma da Previdência

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Oficiais militares mobilizam classe para explicar Reforma da Previdência
Por: Adriano Moretto/ Dourados News

Militares participaram de palestra nesta sexta em Dourados - Foto: Divulgação

Associações ligadas à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul se mobilizam para pressionar o governo a não incluir pontos que possam prejudicar os setores na Reforma da Previdência, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287/2016, que tramita na Câmara dos Deputados.

 

A justificativa é que respectivos órgãos de segurança não contam com os mesmos direitos do trabalhador civil, como adicionais por conta dos perigos da profissão, aposentadoria, FGTS e outros benefícios que garantem a segurança dos servidores.

 

"Hoje, o texto que trata a reforma da Previdência já retirou os militares do Exército da proposta, e estamos lutando para que isso se reflita também para as nossas classes, afinal, poucos são os nossos benefícios em relação a outras classes. Sem contar os riscos que corremos. Para se ter uma ideia, no ano passado aproximadamente 500 policiais morreram no Brasil", disse o presidente da Aofms (Associação dos Oficiais Militares Estaduais de Mato Grosso do Sul) coronel PM Alírio Vilasanti Romero, em visita ao Dourados News na tarde de hoje.

 

 

Atualmente, conforme o policial, existe uma inquietação por parte das classes, principalmente em relação a possibilidade de perda de direitos conquistados.

 

A mesma opinião é do presidente da Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais do quadro da PM e do Corpo de Bombeiros no Estado, tenente Thiago Monaco Marques.

 

Segundo ele, a mobilização por parte dos policiais militares e bombeiros é importante para que a classe não saia prejudicada com essa reforma.

 

"Estamos mantendo contato com a base em Brasília para tentar retirar do texto de reforma nosso grupo e não está descartada uma grande mobilização nacional caso não haja maior compreensão do governo", cita, lembrando a tentativa de resolver toda a situação na base do diálogo.

 

Nesta sexta-feira, as duas lideranças estiveram em Dourados e participaram de um encontro com policiais do 3º Batalhão de Polícia Militar local para colocar os servidores a parte das negociações.

 

Nos próximos dias os presidentes participarão de outras ações pelo Estado.

 

A Polícia Militar em Mato Grosso do Sul possuí hoje, segundo Villasanti, 600 servidores entrando com pedido de reserva e outros 400 bombeiros na mesma situação. O receio da classe é pelas incertezas que as medidas que tramitam no governo podem resultar.








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